Sara Reis. 19 anos. Um pouco de livros, um pouco de música, um pouco de cinema. Apaixonada por psicologia, coca-cola e Foo Fighters. Chocólatra, emotiva, sarcástica e louca pelo Flamengo.
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férias, ócio e começa a viagem...
segunda-feira, 6 de julho de 2009 @ 13:40

    



Eu não sei quanto a vocês mas a minha geração cresceu ouvindo falar da tal "independência das mulheres" e é claro, que ela existiu (quem sou eu pra falar que não, ne?!)
Eu percebo que as gerações de agora tem aproveitado essa "liberdade" de uma forma diferente da proposta da tal "luta pela independência das mulheres"
Nós ganhamos o espaço e não usamos esse espaço para nós, usamos para eles..ou não é?
ganhamos espaço no mercado, bons cargos e bla bla bla, mas quando a mulher ganha mais que o marido, ela não conta com medo de fazê-lo sentir inferior (como assim?)
ganhamos espaço na mídia, mas usamos esse espaço pra nos transformarmos em mulheres frutas, com "bundões saborosos" rebolando o tempo todo, ou seja, TUDO O QUE ELES GOSTAM.
usamos nossa independência financeira pra ficarmos perfeitas do jeitinho que quem gosta?Sentimos dor, somos cortadas, lipoaspiradas, metemos formol na cabeça, e puxa daqui, espreme dali, estica, corta, corta, corta.. respira, garota!
Aí sim, estamos lindas, bem-sucedidas, cheirosas e ricas...e tá bom? não, não ta? pq pouco mudou em relação às velhas tarefas, ainda temos que cuidar da casa, olhar os filhos, estar presente pro marido, ou seja, UMA AMÉLIA GOSTOSA!
o que podia ser melhor? eu sinceramente, não sei!
talvez seja a hora de usar esse poder todo conquistado pra realmente fazer o que der na telha, pra ficar de boa, consigo, com o mundo...
Afinal, você já tá ótima,
respira, garota!


postado por Sara Reis -

Comentários:

Assim como ocorre numa relação de parasitismo (desculpem o termo, mas é por aí mesmo), o relacionamento entre homem e mulher sofre ação de pressões sócio-evolutivas (exijo patente do termo, rsrs) para sua rápida adaptação.
Se o gado sofre uma mutação e passa a produzir uma toxina que mata os carrapatos, logo aparece uma geração de carrapatos mutantes, que, por sua vez, são imunes à essa toxina. E a briga se estende ao longo das eras.
A tão falada "independência feminina" nada mais foi que um movimento de evolução social, para adaptar as mulheres às pressões da sociedade moderna. Mas não porque elas assim queriam, mas porque assim foi necessário, porque a oportunidade de "mutar" surgiu.
Portanto, não é de espantar que todo esse movimento esteja sofrendo nova transformação, agora sob ação masculina, para se adequar a novas pressões sociais. Assim como os carrapatos "aprendem" a usar as armas biológicas do gado a seu favor, assim também ocorreu com a independência feminina. Os homens aprenderam como fazer isso trabalhar a seu favor.
Cabe às mulheres o próximo "round".
Seja pra fazer o que der na telha, ficar de boa consigo e com o mundo, o show tem que continuar.
Só nos resta seguir esperando que nenhum dos dois leve o outro à extinção. rsrsrs

 

Sarinha, adorei... hehe

 

Acho digno!

 

Por mais que eles aprontem a gente continua vivendo em função deles, neh?! kkkkk!
É muita burrice, muita dependência ou muito amoor no coração! kkkk!!

 

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