




sábado, 16 de janeiro de 2010
@ 11:10
Bom turno do dia em que você está, caro leitor *
Começar dizendo que não me orgulho disso, mas não tem postado nem escrito pq a lâmpada do quarto queimou há dias e eu to com muita preguiça de trocar. É complicado porque a gente só lembra depois que ta escuro e trocar no escuro é osso (mentira só estou arrumando desculpas para a minha falta de atitude). Mas é claro que eu não os deixaria por muito tempo, já não sei viver sem isso aqui. Então cá estou eu no escuro, de madrugada, sentada na cama, tentando escrever algo agradável.
Então vamos lá. Fui ver “Avatar” essa semana, cheguei com uma vontade louca de escrever sobre varias coisas. Realmente, é um filme que te faz pensar (ou não, vai ver eu tava sensível mesmo). Ao contrario de muita gente, eu não saí dizendo que queria um avatar meu (ele provavelmente não seria tão alto quanto os outros), nem morar em Pandore nem nada disso.
Uma coisa que mexeu cmg foi a idéia de encontrarmos outro planeta. É uma coisa que eu acredito que possa acontecer. Acredito que não estamos sozinhos nesse infinito todo, acho seria mta pretensão afirmarmos que somos únicos. Partindo daí, e se um dia encontrarmos outros seres vivos, outras civilizações?
O que não sai da minha cabeça é a idéia de que se nós, terrestres, encontrarmos seres que julgarmos mais fracos ou menos evoluídos não hesitaríamos em subjugá-los. E é mto desconfortável perceber que a sua raça, o seu povo, não mede esforços para conseguir o que deseja mesmo que isso implique em destruição. No filme fica impossível torcer pela nossa própria raça, diante da cobiça e da intolerância toda, como pode?
E não, não adianta vir falar que é só ficção. Pode-se ver claramente no cotidiano que o homem se sente capaz de julgar uns aos outros como superiores e inferiores, se sente no direito de intervir na vida de um povo, alterar uma sociedade. Matamos civis por petróleo, queimamos índios por diversão. Por que não destruir um planeta se nele tiver algo que nos interessa?
A nossa superioridade é medida pelo “nível bélico” e não pelo nível de satisfação da sociedade. Não adiantaria encontrar um povo pacificista, se eles não mirassem um canhão para nós não os respeitaríamos. A menos que lá não tivesse nada que fosse valioso pra gente ne? Fosse cheio de sei lá, chumbo, látex. Aí já muda, se não tivesse nada que interessasse a gente deixava pra lá, adotava o “cada um no seu quadrado” e que se exploda! A gnt só quer pertinho da gente quem tem algo pra dar, se pudermos catar algo. Mto pau no ** isso.
Desculpem a revolta, mas é um trem que eu fico pensando que pode acontecer! Mesmo!
O filme é lindo, um dos melhores que já vi. Indico e “reindico” (tava faltando um neologismo hj) para todos. Mas saí com medo. Achei melhor tomar uma cerveja e ficar torcendo pra nunca acharmos vida fora da Terra, afinal, já tá bem tumultuado do jeito que tá.
Beijos .
postado por Sara Reis -
Concordo plenamente. Avatar mostra uma coisa bem interessante do homem: a ganância de achar que somos superiores. E, como você disse, espero que, enquanto formos ignorantes a esse ponto, nunca descubramos um outro Planeta habitável com riquezas.
Beijos, chatinha ♥
Sarinha, ainda n vi o filme, mas vou ver. Parece bastante interessante.
Qto ao q vc disse q o filme te fez pensar...é mal de quem nasceu pra Psicologia. Td (td msm) faz pensar!!!
É a nossa sina
bjos
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